O ano está chegando ao fim. Ufa! Até que enfim. Já li várias frases de
despedida do tipo: “Fora 2016”. Eu mesma pensei no porre que foi este ano, envolvendo vários aspectos da vida da gente, que nem quero enumerar aqui. Até pensei se teria haver ser ano bissexto. Será? Um ano
bissexto é um ano com 366 dias em vez de 365, cada 4 anos
acrescenta-se um dia ao final do mês de fevereiro. Será que a numerologia diz algo a respeito? Sei lá.
Que digam os esotéricos de plantão. Só sei que quando passar na TV a
habitual retrospectiva, vai ter muita calamidade boa de se esquecer. Que
siga avante a esperança de tempos melhores para 2017. Creio que o otimismo é poderoso e costumo
manter palavrinhas mágicas na mente, como: foco, determinação, perseverança e
atitude. Querer a gente sempre quer, mas
tem que sair do lugar, senão será uma listinha de desejos amassada no meio de
uma agenda qualquer. Cada um, como eu,
quando fizer a própria retrospectiva de vida, irá perceber muita coisa e
resultado positivo, também. É que tendemos a nos apegar no que deu de errado. É
bem comum nos apunhalarmos ou lamentarmos pelo que não deu certo. Muito mais do que
comemorar as pequenas vitórias. Hoje
mesmo, algumas pessoas no consultório me disseram que conseguiram fazer um
balanço, resgatar algumas situações, pararam de remoer algumas questões, se
motivaram para outras possibilidades, antes não percebidas e... eis uma outra(mesma)pessoa. Bom! Muito bom. Muitas vezes a tônica é a mudança de
percepção, o entendimento do papel dos pensamentos e emoções, a interpretação
que damos a eles, o entendimento do quanto podem influenciar nosso comportamento e nossa vida.
Gosto de uma tirinha em que uma jovem caracolzinha, primeiro olha para cima e
descreve o dia como “...um milagre e uma nova oportunidade em minha fabulosa
existência!”. Na sequência, cabisbaixa, diz “...outro tedioso dia de minha vida
que se arrasta mais que novela das seis!”
É a mesma personagem com interpretação diferente e contrária sobre um único dia.
O que muda? As representações cognitivas de tais acontecimentos, já que trata-se do mesmo dia. Mudou a interpretação sobre ele. Parece difícil de entender. Mas tem como buscar o entendimento. Somos seres complexos e por vezes pode ser, também, uma questão psiquiátrica ou física que mereça uma investigação. O importante é não ficar arrastando corrente. Procurar ajuda familiar, médica, psicológica, de amigos, enfim alguma rede de apoio. Compartilhar com quem confie e te acolhe já é um bom primeiro passo. Os tempos podem continuar difíceis. Não temos garantias de que seja melhor no próximo ano. E nem quero ser piegas(já sendo), mas creio naquela frase que diz que a crise é sinônimo de oportunidade. Será? De alguma forma, creio que sim. Com ou sem empecilhos a gente pode escolher arregaçar as mangas, buscar a força visceral que nem sabia que existia. E fazer acontecer. Assim espero.
O que muda? As representações cognitivas de tais acontecimentos, já que trata-se do mesmo dia. Mudou a interpretação sobre ele. Parece difícil de entender. Mas tem como buscar o entendimento. Somos seres complexos e por vezes pode ser, também, uma questão psiquiátrica ou física que mereça uma investigação. O importante é não ficar arrastando corrente. Procurar ajuda familiar, médica, psicológica, de amigos, enfim alguma rede de apoio. Compartilhar com quem confie e te acolhe já é um bom primeiro passo. Os tempos podem continuar difíceis. Não temos garantias de que seja melhor no próximo ano. E nem quero ser piegas(já sendo), mas creio naquela frase que diz que a crise é sinônimo de oportunidade. Será? De alguma forma, creio que sim. Com ou sem empecilhos a gente pode escolher arregaçar as mangas, buscar a força visceral que nem sabia que existia. E fazer acontecer. Assim espero.





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