Cohen nasceu para mim após sua morte, aos 82 anos. Por trás de seu jeito quieto e sombrio, com crises existenciais e depressão, desde a adolescência, foi, também, um bon vivant.
Descobri o velho sábio canadense, que foi cantor folk, compositor, musicista, pintor, poeta e romancista. Além de um mulherengo de mão cheia, daqueles que levava suas mulheres para além da cama. Por caminhos espirituais. Querem mais? Assim, se mostrou um inveterado colecionador de musas e casamentos. Elas se rendiam a ele, literalmente de quatro. Aos 14/15 anos hipnotizou sua babá e a deixou nua. Espertinho!
Inquestionável a personalidade magnética desse senhor. Deixou histórias quixotescas em seu currículo. Neto de rabino e profundo conhecedor do judaísmo. Paradoxalmente, rotulado como o judeu que amava Jesus. Foi para retiros espirituais em monastério budista, onde ficou por 5 anos, quase um monge. Voltou por conta da falência causada por sua empresária/amante. Nas fotos, quando mais jovem, como acima, lembra o galã Al Pacino, no filme "Perfume de Mulher". Apaixonante, senhor Leonard Cohen. Nas cancões, sua voz envolvente e profunda seduziram a ouvinte aqui. Vi alguns vídeos dele. Especialmente no que canta: I'm Your Man, quando ele arriscou uma frágil dancinha, com trejeitos que encantaram a platéia. Sugiro que vejam o vídeo da música: "Dance Me to the end of Love, com casais de velhos felizes, dançando.




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