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Vamos Caçar Suricatos


Ando caçando suricatos. Não só eu. Levei para o consultório e Sr. D. de 78, conseguiu achar uns 5 dos 10 em cada cenário. Muito bom para treinar percepção visual, atenção concentrada e sustentada. Foi num passeio no shopping, com uma irmã, quando paramos nestes stands de livros onde achamos a novidade. Lembra aqueles antigos "Onde está Wally" que antes dos Pokémons e videogames era diversão garantida. Indico a atividade para baixar a ansiedade ou desviar de pensamentos negativos. Faz relaxar a mente e os bichinhos simpáticos se tornam bons companheiros.
Se espalham e se disfarçam em diferentes lugares. A missão é encontrá-los. Por vezes, só vemos focinho e orelhinhas. Outras, o corpinho inteiro com roupas e paramentos, aumentando o desafio. Fiz o teste na família. Uma irmã não teve paciência. Encontrava sempre os mesmos e desistiu de contá-los. Da-lhe suricatos para treinar foco e persistência. Já a do Shopping, achou vários e ria muito e feliz quando encontrava cada um. Gostou tanto que a presentei com um livro para continuar achando com os filhos. Depois me falou que todos entraram na dança. Isso aí: Serve para competir e brincar de quem acha mais (ganha um sorvete). Serve como treinamento cognitivo. Serve para desestressar. Serve, simplesmente, para olhar os cenários (eles viajam para diferentes lugares do mundo). Enfim, são do bem. Aliviam a cabeça e exercitam neurônios. Antes, quando alguém estava estressando a gente falava "vai pescar". Agora, pode também falar:  "sai do face, vai caçar suricato".

 

Até replicantes querem viver

Chuvinha combina com filminho e sessão nostalgia. Principalmente antes de ver a continuação dele no cinema.
Nem sou tão fã do gênero ficção científica, mas esse me arrebatou de tão humano. Revi e recomendo o cult movie, Blade Runner, considerado até hoje um dos filmes mais influentes da década de 1980, tanto visualmente como pelo próprio roteiro sugestivo. Para quem não sabe, o filme é baseado na obra de Philip K. Dick, "Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?" e foi adaptada pelos roteiristas Hampton Fancher e David Peoples.
A direção ficou a cargo de ninguém menos que a fera, Ridley Scott. Todo o visual futurista-retrô é inspirado nos filmes noir da década de 50, nos quadrinhos de ficção franceses e outros clássico da ficção científica.Tem também a marcante trilha sonora de Vangelis. O Harrison Ford mandou bem no filme, mas o Rutger Hauer, para mim, atuou seu melhor papel. É dele um dos melhores momentos do filme, quando profere a célebre frase "todos esses momentos ficarão perdidos no tempo, como lágrimas na chuva". E tem romance com replicante que toca piano (até chorei). Tem questionamento filosófico sobre de onde viemos... pra onde vamos... a inexorável morte. E o amor pela VIDA enquanto VIDA, já que ninguém sabe quanto tempo dela nos resta.

Vou de Quintana: "Viajar é mudar a roupa da alma"

Era pouco mais de três horas da manhã  quando ouvi o barulhinho de mensagem chegando no celular.  Continuei de olhos fechados e voltei a dormir. Sonhei que viajava. Sonho premonitório?  Pela manhã, entre os afazeres de rotina, consultei o correio virtual. Lá estava o retorno da mensagem de uma nova amiga. Ela fez viagens pelo mundo após os 60. Escreveu um blog contando seus passeios e dando dicas valiosas para quem quiser fazer o mesmo. Pronto. Eu!  É isso!
  Fiquei encantada com a ideia. Afinal, falta pouco para sair dos 50 e tantos. Neste pouco, tenho um tempinho para me empenhar na arrumação de mim.   Quero estar pronta para falar de boca cheia. 
 Redondamente:   Ses-sen-ta.  Quero "feliz-entar" na estrada.  Engrenei esse sonho de fazer o mesmo que a minha amiga. Por que não?  Descobrir o que está do outro lado da minha zona de conforto.    Dá um friozinho na barriga. - mas  dá, também, uma sensação absurda de liberdade -  De se aventurar por aí, mundão afora. Mochilar. Explorar. Se aventurar. Exorcizar o medo do desconhecido. Estar só comigo.  Há pouco tempo  atrás, esta ideia parecia maluquice. Inviável. Inaceitável. Agora, só de imaginar, mudo meu semblante. Sinto o brilho no olhar.  Dá vontade pensar nos detalhes, que não são poucos.

Toca apertar os cintos das economias, reduzir e cortar gastos. Ser minimalista em prol de minha boa causa. Organizar despesas, documentação, roteiros, ver quem ficará com meu filho de quatro patas (os outros estão bem criados e se cuidam sozinhos). Muito bom. Chegou a hora de pensar mais em mim. Meta antes da viagem: estar em minha melhor forma física, mental e emocional. Quero aproveitar ao máximo e preciso estar bem (Bom estar Bem!). Detesto academia, mas vou buscar aulas de pilates e desenferrujar de uma vez. Nada de dor aqui e ali. Sei que preciso de boas pernas para encarar longas caminhadas. Agora, tenho tempo (porque quero ter) de ler bons livros que me inspiram. Tempo de cultivar bons pensamentos e sentimentos. De estar ao lado das pessoas que escolhi estar e que me são muito caras. Tempo de estar comigo mesma. Principalmente! Que mais? Bom, pensei em deixar aqui um canal aberto para quem tiver afinidade com o mesmo objetivo de viagem. Poderemos nos motivar mutuamente, trocar figurinhas, dicas, traçarmos roteiros... Enfim, alimentarmos nosso sonho
até que se concretize. Podemos marcar um café  - em Paris. Por que não?  Como disse o sábio Quintana: "viajar é mudar a roupa da alma"



Bem vindos!


Bem Vindos ao site Bom Estar Bem! Ele tem como proposta postar assuntos relacionados à saúde física e emocional, contar um pouco de meu trabalho como neuropsicóloga, assim como falar de amenidades, observações, pensamentos, simplicidades regadas com afeto e que celebrem a vida e o quanto é 

BOM ESTAR BEM!